segunda-feira, 3 de agosto de 2015
II ATIVIDADE DIAGNÓSTICA
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| MOMENTO DA LEITURA |
No
dia 25 de março aplicamos o primeiro diagnóstico para identificarmos os níveis de
leitura e escrita dos alunos. Logo após, analisamos esse diagnóstico, onde
percebemos um alto índice de alunos com dificuldade de leitura e escrita. A partir disso demos
inicio a elaboração e aplicação das intervenções, objetivando diminuir esse
índice. Após todo esse processo a coordenadora propôs nesse final de semestre que
fizéssemos um outro diagnóstico e com isso
sabermos se houve um avanço. Elaboramos uma outra atividade diagnóstica , o fato de já ter elaborado
outras atividades diagnósticas facilitou
muito. Um outro momento foi o da aplicação
dessa atividade. De inicio tomamos a leitura dos alunos, alguns dos alunos
estavam nervosos outros ansiosos ,outros com vergonha mas no final deu tudo
certo. No momento da atividade escrita foi tranquilo, um ou outro perguntavam
alguma coisa, já na produção textual foi onde percebemos que eles tiveram mais
dificuldade , a questão da estrutura do texto, letra maiúscula no meio da palavra. Vale ressaltar a importância dessas
percepções para avançarmos nossas intervenções e também a nossa formação.
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| MOMENTO DA ANÁLISE DOS DADOS |

A
coordenadora sugeriu que levássemos um artigo ou livro para fundamentar a
análise desse dados, esse fato nos chama atenção para importância da pesquisa na
formação docente. De acordo com Demo (1995, p.54), pesquisar
significa “querer saber, buscar avançar no conhecimento resultados sem cair na
armadilha de oferecer resultados que já não permitam mais ser duvidados,
questionados ou precisamente pesquisados. Compreendo que a pesquisa é um instrumento de fundamental importância na
formação docente, o professor que não pesquisa continua sempre com as práticas,
com os mesmos olhares, então é importante aprimorar nossos conhecimentos. No dia 29 de julho nos reunimos para
analisarmos os dados e notamos um avanço por parte de alguns alunos e outros
continuam no mesmo nível. A partir dos resultados vamos buscar estratégias para
melhorar e com isso aprendendo a ser professora no dia a dia.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
IV intervenção
Primeiramente
eu e minhas colegas Maria da Paz e Simone nos reunimos para elaborar o plano de
aula, ficamos responsáveis para trabalhar com o tema higiene e com base nesse
tema planejar uma oficina e assim fizemos, pesquisamos em livros e na internet
.Depois de tanto pesquisar encontramos dois jogos que achamos interessante para
nossa proposta de atividade. Vale salientar que o nosso plano de aula teve como
principal referência o método sociolinguístico que por sua vez tem como autores
Onaide Mendonça e Olympio Mendonça. No dia 30 de junho foi o momento de
apresentarmos nossa proposta para coordenadora, a professora pesquisadora, as
professoras supervisoras e nossos colegas bolsistas. Ao apresentarmos recebemos
sugestões para melhorar nosso plano de aula.
O
planejamento dessa intervenção foi realizado em
conjunto , com a colaboração das professoras supervisoras , da coordenadora e dos colegas bolsistas. Esse
processo foi de fundamental importância
para nossa formação , pois nos
possibilitou refletir sobre a
importância de uma formação colaborativa bem como a importância do outro na
nossa formação.
No
dia 9 e 10 de julho fomos a escola para
aplicarmos a IV intervenção. No primeiro momento tivemos alguns problemas com o material para passarmos o vídeo e
ouvirmos a música com os alunos. Confesso que esse momento me deixou um pouco
aflita, pelo fato de não saber o que fazer, se
não tivesse os matérias
necessários, mas depois tudo foi resolvido. A colega Maria da Paz ficou
responsável por dar aula e eu fiquei
como auxiliar. No decorrer da aula percebemos a participação dos alunos. No
momento do vídeo os alunos gostaram
muito , acredito que pelo fato de ter abordado o assunto por meio de desenho
animado , tornando a aula mais prazerosa para eles. Em relação as atividades os alunos não tiveram dificuldade para responder as questões ,mas quando
corrigimos percebemos que muito alunos sentem uma certa dificuldade no momento
de colocar letra maiúscula e também a
questão da estrutura de texto. Acredito que
poderíamos ampliar nossa aula tentando
ajuda-los nessa questão.
No segundo dia foi o
momento dos jogos, teve o jogo da memória e
o jogo da maleta higiênica. Eu acredito
que meu maior desafio continua sendo a gestão de classe, por mais que tente
melhorar nessa questão , continua sendo meu maior desafio na sala de aula.
Então, tenho aprendido a ser professora no dia a dia na escola, cada dia na
escola aprendemos algo novo. Sempre que posso
costumo sentar com um dos alunos que eu percebo uma grande em relação a
leitura e escrita e no momento que paro para fazer leitura junto com ele ou até
mesmo até escrever, me sinto muito feliz no momento que vejo o mesmo
conseguindo ler, mesmo que seja uma palavra, mas vejo em seus olhos a
felicidade, isso para mim ,de fato é uma motivação. .
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Intervenção gênero música
Nos dias 9 e 10 de junho fomos a escola para aplicarmos a III intervenção. Ao chegarmos fomos bem recebidos pelos alunos , Nessa semana trabalhamos com gênero música ,iniciamos a aula com vídeo da música "família " , logo após apresentamos slide em relação ao tema família. Percebemos ao longo da aula uma grande participação dos alunos, onde os mesmos destacaram suas relações com seus familiares,Confesso que foi uma aula produtiva, pois houve interação e discussão.
Acredito que a gestão de classe tem sido um dos meus maiores desafios em sala aula,sei que essa questão de gestão classe é processo de construção, mas as vezes a gente fica sem saber o que fazer , porém sei que dependi de mim, de uma postura minha.
Então, ao termino dessa intervenção pudemos refletir a importância trabalhar com base no contexto dos alunos e de ouvir os mesmos.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
II atividade de intervenção

Nos dias 5, 6 e 7 de maio fomos a escola Vilma Brito
Sarmento para aplicarmos a segunda intervenção. Ao iniciarmos a aula percebemos
uma participação maior dos alunos na aula, no entanto alguns estavam um pouco
agitados, mas com ajuda da professora supervisora Lúcia conseguimos reverter a situação. Esse momento
me refletir e me trouxe alguns questionamentos, tais como : ( E se a professora
não estivesse ali no momento? Se fosse eu sozinha ? como me posicionar diante
de alguns alunos agitados?). Bem, essas reflexões
me fazem crescer e repensar o meu papel quanto futura pedagoga. No momento das atividades notamos um pouco de dependência
dos alunos, muitos alunos nos chamavam ao mesmo tempo, esse fato nos
possibilitou refletir as dificuldades encontradas pelos educadores da educação básica
no país , isso de fato é gritante, uma sala superlotada com 30 alunos e apenas
um professor pra dar conta. A maioria dos professores recebem tantas criticas
por parte de alguns pessoas, mas não sabem a realidade, não sabem o que uma
sala com 30 alunos com diferentes níveis de leitura e escrita e apenas um
professor. Enquanto estamos ajudando um aluno, tem vários outros alunos
necessitando também de ajuda.
Um dos dilemas que tive em sala de aula foi à dificuldade de aprendizagem dos alunos o que
interferiu no desenvolvimento das atividades planejadas. Não fui pega de
surpresa, pois já havía percebido a dificuldade das crianças no período do diagnóstico.
Desenvolvemos as atividades para o período essa intervenção com base nas informações do diagnóstico realizado
na turma, porém esse planejamento não impediu que os alunos encontrassem
dificuldade na realização e em aprender das atividades.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Aplicação da primeira atividade

Após
a análise do diagnóstico nos reunimos para elaborarmos a atividade de
intervenção tendo como prioridade o desenvolvimento da escrita dos alunos. Decidimos trabalhar com gênero receita, tanto eu quanto a minha colega sentimos dificuldades em elaborar as atividades com esse gênero. Para
elaborarmos as atividades utilizamos materiais fornecidos pela coordenadora e também
por meio de sugestões de alguns autores tais como: Olympio Correa Mendonça,
Onaide Schwartz Mendonça. Ao aplicarmos a atividade percebemos que diferentemente
do diagnóstico , os alunos terminaram as atividades rapidamente, participaram das discussões e a maioria fizeram a atividade com autonomia.
Notamos no decorrer da aplicação atividade
que uma aluna tinha uma dificuldade maior em responder a atividade
e esse fato me deixou aflita e pensativa ( o que fazer para colaborar no avanço
dessa aluna ?). Penso que essa é a realidade da escola pública no país algumas lacunas na alfabetização ,muitos alunos estão indo para o ensino fundamental sem saber ler e nem escrever ou seja sem a base que é a alfabetização. Cada ida a escola é um
novo desafio e nos faz repensar que ser professor não é algo simples, o
professor deve está ciente de seu papel importante na formação e transformação
da sociedade. De acordo com Zabalza os dilemas fazem parte da vida cotidiana
nas salas de aula e transforma-se em desafios para a profissão. Contudo, da
mesma maneira que fazem parte dos nossos problemas como professores, podem
constituir espaços de aprendizagem profissional. Assim, eles passam a se
transformar em elementos importantes para solução de dificuldades e para
melhoria profissional. Nesse sentido, penso que os desafios que estamos
enfrentando tem ocasionado maiores reflexões sobre a prática e do nosso papel
enquanto futuros educadores.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Análise do Diagnóstico de leitura e escrita
Hoje
nos reunimos para realizarmos a análise das
atividades diagnósticas de leitura e escrita. Antes de iniciarmos a análise
fizemos a leitura do texto “Contribuições teóricas de Emília Ferreiro e Ana
Teberosky” que trouxe as considerações e reflexões dessas autoras em relação as
hipóteses da escrita, compreendemos que para psicogênese da língua escrita “ O
aprendizado do sistema escrita se caracteriza como um processo ativo no qual a
criança ,desde seus primeiros contatos com a escrita ,constrói e reconstrói hipóteses
sobre sua natureza e o seu funcionamento” .
Essa leitura foi de fundamental importância
para compreendermos a questão da escrita. Logo após a leitura iniciamos a
análise, onde notamos um alto índice de alunos com dificuldade de leitura e escrita. Diante
disso, percebemos que temos uma grande responsabilidade que é buscar
estratégias para que haja um avanço, não temos uma “fórmula pronta” para
transformar essa realidade, mas em
conjunto (coordenadora, supervisoras) podemos
buscar meios para que essa realidade da escola possa ser seja amenizada.
Nós
como futuros educadores temos que sempre estar atento a toda e qualquer
novidade, buscar o novo conhecimento . Não podemos predizer o que haverá daqui a
um tempo, mas sabemos que sempre teremos novos desafios a superados, acredito
que a formação é processo continuo e que o professor nunca deve parar de
estudar.
sábado, 28 de março de 2015
Aplicação do Diagnóstico
Nos
dias 25 e 26 de março fomos a escola aplicar o diagnóstico, confesso que um foi choque de realidade, pois no decorrer da
aplicação percebemos que a maioria dos alunos não estavam alfabetizados. Esse momento foi extremamente importante
pois, permitiu refletir a questão da educação no país, em decorrência disso,
penso que nós como futuros educadores temos um papel fundamental que é buscar
estratégias para tentar amenizar essa situação de precariedade, não é uma
tarefa simples, ao perceber um alto índice de alunos que não estão
alfabetizados, entendo que há uma necessidade de reflexão do professor em
relação a sua prática ( O que fazer para que o meu aluno tenha domínio da
leitura e escrita? que estratégia tenho que buscar? O que posso fazer para
mudar tal realidade Etc).
Compreendo que o professor deve estar em continua formação para assim ressignificar sua pratica. Nesse sentido, Mendonça sugere o Método Sociolinguístico como sendo uma alternativa de alfabetização que simboliza um avanço na qualidade da alfabetização por meio da reinvenção do método de Paulo Freire , com objetivo de uma alfabetização conscientizadora , despertada pelo senso crítico e pela reflexão. Acredito que o método sociolinguístico seja uma excelente estratégia para atender essa demanda de alfabetização na escola. Alfabetizar é um desafio, mas não é impossível desde que haja empenho e motivação dos educadores para com seus alunos.
Compreendo que o professor deve estar em continua formação para assim ressignificar sua pratica. Nesse sentido, Mendonça sugere o Método Sociolinguístico como sendo uma alternativa de alfabetização que simboliza um avanço na qualidade da alfabetização por meio da reinvenção do método de Paulo Freire , com objetivo de uma alfabetização conscientizadora , despertada pelo senso crítico e pela reflexão. Acredito que o método sociolinguístico seja uma excelente estratégia para atender essa demanda de alfabetização na escola. Alfabetizar é um desafio, mas não é impossível desde que haja empenho e motivação dos educadores para com seus alunos.
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Professora coordenadora
Quem sou eu
Camila Caires." Intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta." Futura pedagoga, aqui irão encontrar minha trajetoria e experiências rumo a uma formação de excelência.
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