sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Reflexão sobre VI intervenção na escola


Bom, essa foi nossa VI intervenção, onde demos continuidade aos planejamentos voltados a reescrita de texto. Dessa vez, decidimos trabalhar com a fábula “O Leão e o Cão “, o gênero fábula facilita de forma significativa o nosso trabalho, por conta da estrutura. Na atividade escrita os alunos responderam  todas as questões , ao corrigirmos notamos que a cada intervenção eles estão avançando. Esse fato nos deixa feliz, perceber que de alguma forma estamos contribuindo para o crescimento dos alunos e os mesmos para nossa formação.
 Em relação a reescrita do texto, pudemos perceber que   aos poucos eles vão aprendendo a estrutura de um texto. Nessa intervenção teve uma situação que me fez refletir, foi o momento em que uma aluna não queria fazer a atividade , nesse momento me veio vários questionamentos : ( Qual postura tomar diante dessa situação? O que fazer quando o aluno apresentar resistência em fazer atividade?). Bem, certamente essas dúvidas e angústias fazem parte da iniciação a docência.

Diante disso , ao longo de todas essas experiências pude perceber alguns dos desafios  da sala de aula,  tais desafios aparecem de forma imprevisível, por outro lado são esses dilemas que nos fazem crescer tanto pessoal quanto profissional .
quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Reflexão sobre a observação da gestão de classe

         No dia 8 e 9 de setembro fomos a escola vilma brito sarmento para observamos a gestão de classe da professora supervisora Maria Lúcia. Foi um momento diferenciado, pois até então não tínhamos ido para observar este ano. De inicio  percebemos  que a professora tem uma  sequência de rotina na sala e essa sequência é de fundamental importância para organização de aula. Sobre essa sequência Gauthier ressalta que (1998) O planejamento da gestão da classe deve incluir rotinas capazes de prever deslocamentos fluídos no espaço e transições rápidas entre as atividades, permitindo assim empregar muito mais tempo nas atividades escolares. Nessa observação o que pudemos perceber foi a forma da  professora organizar o tempo para cada atividade, no qual facilitou  o seu trabalho.
    Ao longo da aula, não só dessa ,mas de outras aulas pudemos observar que a professora sempre fala da importância da escola, dos alunos estudarem, ela sempre elogia mas quando é necessário corrigir ela corrige. Todo esse tempo  na sala da professora Lúcia percebo a postura da mesma ao corrigir seus alunos, ela fala de uma forma que não tem como ninguém refletir algo. Em relação a isso Gauthier destaca que (1998)  O desempenho dos alunos e seus comportamentos são influenciados pelas mensagens que recebem a respeito daquilo que se espera deles. As expectativas formuladas explicitamente em relação a cada aluno são susceptíveis de ter um grande impacto sobre o seu desempenho escolar.

Essa observação foi extremamente importante para refletirmos sobre a gestão de classe bem como seus desafios. Na minha opinião a gestão de classe é uma desafio na iniciação a docência, pois  só vamos ter um certo controle sobre uma classe, no dia a dia em sala, com a experiência , a partir do momento em que eu convivo com meus alunos e vai depender muito da relação professor-aluno . É importante considerar a relação  professor-aluno um fator fundamental no processo de aprendizagem bem como na gestão de uma classe.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015

V intervenção

Após aplicarmos a segunda atividade diagnóstica, notamos a necessidade de ampliarmos nossa intervenção . Primeiramente eu e meus colegas discutimos sobre qual gênero utilizar nessa intervenção, afinal tínhamos que pensar em gênero que tivesse uma estrutura narrativa para que pudéssemos trabalhar.Vale ressaltar que a questão estrutura de texto foi umas das maiores dificuldades percebidas na analise da atividade diagnóstica.Então, decidimos trabalhar com a lenda "O curupira" que trata sobre a preservação do meio ambiente e o cuidado que devemos com os animais .
No dia 26 de agosto demos inicio a nosso V intervenção.A colega Maria da Paz deu inicio a aula, fazendo questionamentos sobre lenda,logo após trouxe uma abordagem sobre o tema , em seguida entregamos o texto impresso para os alunos,onde os mesmos fizeram uma leitura individual e depois fizemos uma leitura coletiva, abrindo assim uma discussão e reflexão sobre a preservação do meio ambiente e o cuidado com os animais. O que facilitou nosso trabalho muito foi o fato da professora supervisora já estar trabalhando lenda com eles, então ao longo da aula percebemos a interação dos mesmos . No momento da atividade  foi tranquilo, não houve nenhuma resistência dos alunos para fazer atividade. Ao corrigir percebemos que como nas outras intervenções eles iniciam as frases com letras minúsculas e colocam letras maiúsculas no meio da palavra. No momento da reescrita de texto pudemos perceber que eles sentem muitas dificuldades.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

II ATIVIDADE DIAGNÓSTICA

MOMENTO DA LEITURA
No dia 25 de março aplicamos o primeiro diagnóstico para identificarmos os níveis de leitura e escrita dos alunos. Logo após, analisamos esse diagnóstico, onde percebemos um alto índice de alunos com dificuldade de  leitura e escrita. A partir disso demos inicio a elaboração e aplicação das intervenções, objetivando diminuir esse índice. Após todo esse processo a coordenadora propôs nesse final de semestre que  fizéssemos um outro diagnóstico e com isso sabermos se houve um avanço. Elaboramos uma outra atividade diagnóstica , o fato de já ter elaborado outras atividades diagnósticas  facilitou muito. Um outro momento foi o da  aplicação dessa atividade. De inicio tomamos a leitura dos alunos, alguns dos alunos estavam nervosos outros ansiosos ,outros com vergonha mas no final deu tudo certo. No momento da atividade escrita foi tranquilo, um ou outro perguntavam alguma coisa, já na produção textual foi onde percebemos que eles tiveram mais dificuldade , a questão da estrutura do texto, letra maiúscula no meio da  palavra. Vale ressaltar a importância dessas percepções para avançarmos nossas intervenções e também a nossa formação.
MOMENTO DA ANÁLISE DOS DADOS













A coordenadora sugeriu que levássemos um artigo ou livro para fundamentar a análise desse dados, esse fato nos chama atenção para importância da pesquisa na formação docente. De acordo com Demo (1995, p.54), pesquisar significa “querer saber, buscar avançar no conhecimento resultados sem cair na armadilha de oferecer resultados que já não permitam mais ser duvidados, questionados ou precisamente pesquisados. Compreendo que a pesquisa é um  instrumento de fundamental importância na formação docente, o professor que não pesquisa continua sempre com as práticas, com os mesmos olhares, então é importante aprimorar nossos conhecimentos.  No dia 29 de julho nos reunimos para analisarmos os dados e notamos um avanço por parte de alguns alunos e outros continuam no mesmo nível. A partir dos resultados vamos buscar estratégias para melhorar e com isso aprendendo a ser professora no dia a dia.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

IV intervenção


Primeiramente eu e minhas colegas Maria da Paz e Simone nos reunimos para elaborar o plano de aula, ficamos responsáveis para trabalhar com o tema higiene e com base nesse tema planejar uma oficina e assim fizemos, pesquisamos em livros e na internet .Depois de tanto pesquisar encontramos dois jogos que achamos interessante para nossa proposta de atividade. Vale salientar que o nosso plano de aula teve como principal referência o método sociolinguístico que por sua vez tem como autores Onaide Mendonça e Olympio Mendonça. No dia 30 de junho foi o momento de apresentarmos nossa proposta para coordenadora, a professora pesquisadora, as professoras supervisoras e nossos colegas bolsistas. Ao apresentarmos recebemos sugestões para melhorar nosso plano de aula.
O planejamento dessa intervenção foi realizado em  conjunto , com a colaboração das professoras   supervisoras ,  da coordenadora e dos colegas bolsistas. Esse processo foi de fundamental  importância para  nossa formação , pois nos possibilitou refletir  sobre a importância de uma formação colaborativa bem como a importância do outro na nossa formação.
No dia 9  e 10 de julho fomos a escola para aplicarmos a IV intervenção. No primeiro momento  tivemos alguns problemas  com o material para passarmos o vídeo e ouvirmos a música com os alunos. Confesso que esse momento me deixou um pouco aflita, pelo fato de não saber o que fazer, se  não tivesse  os matérias necessários, mas depois tudo foi resolvido. A colega Maria da Paz ficou responsável por dar aula  e eu fiquei como auxiliar. No decorrer da aula percebemos a participação dos alunos. No momento do vídeo os alunos  gostaram muito , acredito que pelo fato de ter abordado o assunto por meio de desenho animado , tornando a aula mais prazerosa para eles. Em relação  as atividades os alunos não tiveram  dificuldade  para responder as questões ,mas quando corrigimos percebemos que muito alunos sentem uma certa dificuldade no momento de colocar letra  maiúscula e também a questão da estrutura de texto. Acredito  que poderíamos  ampliar nossa aula tentando ajuda-los  nessa questão. 
No segundo dia foi o momento dos jogos, teve o jogo da memória e  o jogo da maleta higiênica. Eu  acredito que meu maior desafio continua sendo a gestão de classe, por mais que tente melhorar nessa questão , continua sendo meu maior desafio na sala de aula. Então, tenho aprendido a ser professora no dia a dia na escola, cada dia na escola aprendemos algo novo. Sempre que posso  costumo sentar com um dos alunos que eu percebo uma grande em relação a leitura e escrita e no momento que paro para fazer leitura junto com ele ou até mesmo até escrever, me sinto muito feliz no momento que vejo o mesmo conseguindo ler, mesmo que seja uma palavra, mas vejo em seus olhos a felicidade, isso para mim ,de fato é uma motivação.                 .                                                 


quarta-feira, 17 de junho de 2015

Intervenção gênero música


Nos dias 9 e 10 de junho fomos a escola para aplicarmos a III intervenção. Ao chegarmos fomos bem recebidos pelos alunos , Nessa semana trabalhamos com gênero música ,iniciamos a aula com vídeo da música "família " , logo após apresentamos slide em relação ao tema família. Percebemos ao longo da aula uma grande participação dos alunos, onde os mesmos destacaram suas relações com seus familiares,Confesso que foi uma aula produtiva, pois houve interação e discussão.

Acredito que a gestão de classe tem sido um dos meus maiores desafios em sala aula,sei que essa questão de gestão classe é processo de construção, mas as vezes a gente fica sem saber o  que fazer , porém sei que dependi de mim, de uma postura minha.
Então, ao termino dessa intervenção pudemos refletir a importância trabalhar com base no contexto dos alunos e de ouvir os mesmos.
quarta-feira, 13 de maio de 2015

II atividade de intervenção






Nos dias  5, 6 e 7 de maio fomos a escola Vilma Brito Sarmento para aplicarmos a segunda intervenção. Ao iniciarmos a aula percebemos uma participação maior dos alunos na aula, no entanto alguns estavam um pouco agitados, mas com ajuda da professora supervisora  Lúcia  conseguimos reverter a situação. Esse momento me refletir e me trouxe alguns questionamentos, tais como : ( E se a professora não estivesse ali no momento? Se fosse eu sozinha ? como me posicionar diante de alguns alunos agitados?).  Bem, essas reflexões me fazem crescer e repensar o meu papel quanto futura pedagoga.  No momento das atividades notamos um pouco de dependência dos alunos, muitos alunos nos chamavam ao mesmo tempo, esse fato nos possibilitou refletir as dificuldades encontradas pelos educadores da educação básica no país , isso de fato é gritante, uma sala superlotada com 30 alunos e apenas um professor pra dar conta. A maioria dos professores recebem tantas criticas por parte de alguns pessoas, mas não sabem a realidade, não sabem o que uma sala com 30 alunos com diferentes níveis de leitura e escrita e apenas um professor. Enquanto estamos ajudando um aluno, tem vários outros alunos necessitando também de ajuda.

Um dos dilemas que tive em sala de aula foi à dificuldade de aprendizagem dos alunos o que interferiu no desenvolvimento das atividades planejadas. Não fui pega de surpresa, pois já havía percebido a dificuldade das crianças no período do diagnóstico. Desenvolvemos as atividades para o período essa intervenção com base nas informações do diagnóstico realizado na turma, porém esse planejamento não impediu que os alunos encontrassem dificuldade na realização e em aprender das atividades.







sexta-feira, 24 de abril de 2015

Aplicação da primeira atividade




         Após a análise do diagnóstico nos reunimos para elaborarmos a atividade de intervenção tendo como prioridade o desenvolvimento da escrita dos alunos. Decidimos trabalhar com gênero receita, tanto eu quanto a minha colega sentimos dificuldades em elaborar as atividades  com esse gênero.  Para elaborarmos as atividades utilizamos materiais fornecidos pela coordenadora e também por meio de sugestões de alguns autores tais como: Olympio Correa Mendonça, Onaide Schwartz Mendonça. Ao aplicarmos a atividade percebemos que diferentemente do diagnóstico , os alunos terminaram as atividades rapidamente,  participaram das discussões  e a maioria fizeram a atividade com autonomia. Notamos  no decorrer da aplicação atividade que uma aluna  tinha uma dificuldade maior em responder a atividade e esse fato me deixou aflita e pensativa ( o que fazer para colaborar no avanço dessa aluna ?). Penso que essa é a realidade da escola pública no país algumas lacunas na alfabetização ,muitos alunos estão indo para o ensino fundamental sem saber ler e nem escrever ou seja sem a base que  é a alfabetização.  Cada ida a escola  é um novo desafio e nos faz repensar que ser professor não é algo simples, o professor deve está ciente de seu papel importante na formação e transformação da sociedade. De acordo com Zabalza os dilemas fazem parte da vida cotidiana nas salas de aula e transforma-se em desafios para a profissão. Contudo, da mesma maneira que fazem parte dos nossos problemas como professores, podem constituir espaços de aprendizagem profissional. Assim, eles passam a se transformar em elementos importantes para solução de dificuldades e para melhoria profissional. Nesse sentido, penso que os desafios que estamos enfrentando tem ocasionado maiores reflexões sobre a prática e do nosso papel enquanto futuros educadores.
segunda-feira, 30 de março de 2015

Análise do Diagnóstico de leitura e escrita


      Hoje nos reunimos para realizarmos a análise  das atividades diagnósticas de leitura e escrita. Antes de iniciarmos a análise fizemos a leitura do texto “Contribuições teóricas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky” que trouxe as considerações e reflexões dessas autoras em relação as hipóteses da escrita, compreendemos que para psicogênese da língua escrita “ O aprendizado do sistema escrita se caracteriza como um processo ativo no qual a criança ,desde seus primeiros contatos com a escrita ,constrói e reconstrói hipóteses sobre sua natureza e o seu funcionamento” .
 
 Essa leitura foi de fundamental importância para compreendermos a questão da escrita. Logo após a leitura iniciamos a análise, onde notamos um alto índice de alunos com  dificuldade de leitura e escrita. Diante disso, percebemos que temos uma grande responsabilidade que é buscar estratégias para que haja um avanço, não temos uma “fórmula pronta” para transformar essa realidade,  mas em conjunto (coordenadora, supervisoras)  podemos buscar meios para que essa realidade da escola possa ser seja amenizada.
    Nós como futuros educadores temos que sempre estar atento a toda e qualquer novidade, buscar o novo conhecimento . Não podemos predizer o que haverá daqui a um tempo, mas sabemos que sempre teremos novos desafios a superados, acredito que a formação é processo continuo e que o professor nunca deve parar de estudar.

 

 
sábado, 28 de março de 2015

Aplicação do Diagnóstico



       Nos dias 25 e 26 de março fomos a escola aplicar o diagnóstico, confesso que um foi  choque de realidade, pois no decorrer da aplicação percebemos que a maioria dos alunos não estavam  alfabetizados. Esse momento foi extremamente importante pois, permitiu refletir a questão da educação no país, em decorrência disso, penso que nós como futuros educadores temos um papel fundamental que é buscar estratégias para tentar amenizar essa situação de precariedade, não é uma tarefa simples, ao perceber um alto índice de alunos que não estão alfabetizados, entendo que há uma necessidade de reflexão do professor em relação a sua prática ( O que fazer para que o meu aluno tenha domínio da leitura e escrita? que estratégia tenho que buscar? O que posso fazer para mudar tal realidade Etc).
      Compreendo que o professor deve estar em continua formação para assim ressignificar sua pratica. Nesse sentido, Mendonça sugere o Método Sociolinguístico como sendo uma alternativa de alfabetização que simboliza um avanço na qualidade da alfabetização por meio da reinvenção do método de Paulo Freire ,  com objetivo de uma alfabetização conscientizadora , despertada pelo senso crítico e pela reflexão. Acredito que o método sociolinguístico seja uma excelente estratégia para atender essa demanda de alfabetização na escola. Alfabetizar é um desafio, mas não é impossível  desde que haja empenho e motivação dos educadores para com seus alunos.




quarta-feira, 18 de março de 2015

Memórias da infância

 

Eu me chamo Camila, sou da zona rural do município de Iramaia. Meus pais só estudaram até o ensino fundamental, pois ambos tinham que trabalhar pra ajudar em casa, devido a falta de oportunidade de estudar, eles buscaram sempre investir nos meus estudos. Lembro como se fosse hoje a primeira vez que entrei na escola, sendo que a estrutura era totalmente precária e em apenas uma sala havia várias séries, como até então tudo pra mim era novo e eu era um pouco tímida, demorou um pouco pra eu me relacionar com os colegas. O tempo foi passando e o desejo de aprender a ler e escrever cada vez mais aumentava, porém tive grandes dificuldades, eu chorava, no momento em que percebia que a maioria dos meus colegas já havia aprendido escrever algumas palavras.

A realidade da educação na zona rural

 
  
   A triste realidade do ensino na zona rural, na qual, muitos dos educadores não sabiam completamente ler e mesmo assim estavam em uma sala de aula. Eles desenhavam e escreviam e logo após mandavam os alunos cobrirem, era essa a forma mais utilizada pra ensinar. Desde de criança eu demostrava um certo encanto pela pedagogia. O interessante é que as minhas bonecas eram utilizadas como minhas alunas ,na minha casa tinha uma quarto que era o local onde meu pai guardava algumas coisas velhas ,este na qual eu usava como sala de aula e a porta do quarto era o quadro, lembro-me como se fosse hoje, passava horas e horas brincando de professora.
 

transição da zona rural para zona urbana


 Aos 13 anos mudei para Jequié ,pra morar com meus tios com o propósito de estudar em uma escola melhor, pois infelizmente a educação na zona rural é precária, tive que enfrentar grandes desafios ,afinal, eram professores diferentes e linguagem totalmente diferente. A maioria do assuntos que eram passados em sala de aula eu nunca havia visto na minha vida, essas lacunas foram grandes dificuldades pra mim, afinal eu tinha que me adequar a uma nova realidade .
 

planejamento em conjunto


       No dia 19 de março fomos a escola Vilma Brito Sarmento participar do planejamento em conjunto com os professores supervisores e coordenação. Esse momento foi essencial para nossa formação, pois possibilitou refletirmos sobre o ato de planejar é de fundamental importância na organização do nosso futuro profissional, uma vez que é por meio do planejamento que nós, acadêmicos e futuros profissionais da educação aprenderemos a organizar as aulas  tendo como base a realidade da escola, de forma didática e organizada. De acordo com Vasconcellos  é preciso planejar para que não haja perca de tempo e sistematizar as aulas deixando-as simplificadas e organizadas facilitando a vida do professor e também não prejudica o aluno, no processo de planejar deve-se especificar: assunto, objeto, conteúdo. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID tem propiciado novas experiências, garantindo assim uma visão clara acerca das práticas docentes e nos preparado para os desafios, permitindo uma maior articulação teoria e prática. De acordo com Imbérnon (2010) há uma certa limitação no poder do educador que trabalha  isoladamente , o mesmo sugere a formação continuada para  desatar o individualismo e dar inicio a uma formação colaborativa. Nesse sentido, essa experiência foi extremamente importante para nossa formação, pois nos possibilitou planejar em conjunto e de forma articulada, permitindo repensarmos na importância de uma formação colaborativa .

 

 

Quem sou eu

Quem sou eu
Camila Caires." Intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta." Futura pedagoga, aqui irão encontrar minha trajetoria e experiências rumo a uma formação de excelência.

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