segunda-feira, 30 de março de 2015
Análise do Diagnóstico de leitura e escrita
Hoje
nos reunimos para realizarmos a análise das
atividades diagnósticas de leitura e escrita. Antes de iniciarmos a análise
fizemos a leitura do texto “Contribuições teóricas de Emília Ferreiro e Ana
Teberosky” que trouxe as considerações e reflexões dessas autoras em relação as
hipóteses da escrita, compreendemos que para psicogênese da língua escrita “ O
aprendizado do sistema escrita se caracteriza como um processo ativo no qual a
criança ,desde seus primeiros contatos com a escrita ,constrói e reconstrói hipóteses
sobre sua natureza e o seu funcionamento” .
Essa leitura foi de fundamental importância
para compreendermos a questão da escrita. Logo após a leitura iniciamos a
análise, onde notamos um alto índice de alunos com dificuldade de leitura e escrita. Diante
disso, percebemos que temos uma grande responsabilidade que é buscar
estratégias para que haja um avanço, não temos uma “fórmula pronta” para
transformar essa realidade, mas em
conjunto (coordenadora, supervisoras) podemos
buscar meios para que essa realidade da escola possa ser seja amenizada.
Nós
como futuros educadores temos que sempre estar atento a toda e qualquer
novidade, buscar o novo conhecimento . Não podemos predizer o que haverá daqui a
um tempo, mas sabemos que sempre teremos novos desafios a superados, acredito
que a formação é processo continuo e que o professor nunca deve parar de
estudar.
sábado, 28 de março de 2015
Aplicação do Diagnóstico
Nos
dias 25 e 26 de março fomos a escola aplicar o diagnóstico, confesso que um foi choque de realidade, pois no decorrer da
aplicação percebemos que a maioria dos alunos não estavam alfabetizados. Esse momento foi extremamente importante
pois, permitiu refletir a questão da educação no país, em decorrência disso,
penso que nós como futuros educadores temos um papel fundamental que é buscar
estratégias para tentar amenizar essa situação de precariedade, não é uma
tarefa simples, ao perceber um alto índice de alunos que não estão
alfabetizados, entendo que há uma necessidade de reflexão do professor em
relação a sua prática ( O que fazer para que o meu aluno tenha domínio da
leitura e escrita? que estratégia tenho que buscar? O que posso fazer para
mudar tal realidade Etc).
Compreendo que o professor deve estar em continua formação para assim ressignificar sua pratica. Nesse sentido, Mendonça sugere o Método Sociolinguístico como sendo uma alternativa de alfabetização que simboliza um avanço na qualidade da alfabetização por meio da reinvenção do método de Paulo Freire , com objetivo de uma alfabetização conscientizadora , despertada pelo senso crítico e pela reflexão. Acredito que o método sociolinguístico seja uma excelente estratégia para atender essa demanda de alfabetização na escola. Alfabetizar é um desafio, mas não é impossível desde que haja empenho e motivação dos educadores para com seus alunos.
Compreendo que o professor deve estar em continua formação para assim ressignificar sua pratica. Nesse sentido, Mendonça sugere o Método Sociolinguístico como sendo uma alternativa de alfabetização que simboliza um avanço na qualidade da alfabetização por meio da reinvenção do método de Paulo Freire , com objetivo de uma alfabetização conscientizadora , despertada pelo senso crítico e pela reflexão. Acredito que o método sociolinguístico seja uma excelente estratégia para atender essa demanda de alfabetização na escola. Alfabetizar é um desafio, mas não é impossível desde que haja empenho e motivação dos educadores para com seus alunos.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Memórias da infância
Eu me chamo Camila, sou da zona rural do município de Iramaia. Meus pais só estudaram até o ensino fundamental, pois ambos tinham que trabalhar pra ajudar em casa, devido a falta de oportunidade de estudar, eles buscaram sempre investir nos meus estudos. Lembro como se fosse hoje a primeira vez que entrei na escola, sendo que a estrutura era totalmente precária e em apenas uma sala havia várias séries, como até então tudo pra mim era novo e eu era um pouco tímida, demorou um pouco pra eu me relacionar com os colegas. O tempo foi passando e o desejo de aprender a ler e escrever cada vez mais aumentava, porém tive grandes dificuldades, eu chorava, no momento em que percebia que a maioria dos meus colegas já havia aprendido escrever algumas palavras.
A realidade da educação na zona rural
A triste realidade do ensino na zona rural, na qual, muitos dos educadores não sabiam completamente ler e mesmo assim estavam em uma sala de aula. Eles desenhavam e escreviam e logo após mandavam os alunos cobrirem, era essa a forma mais utilizada pra ensinar. Desde de criança eu demostrava um certo encanto pela pedagogia. O interessante é que as minhas bonecas eram utilizadas como minhas alunas ,na minha casa tinha uma quarto que era o local onde meu pai guardava algumas coisas velhas ,este na qual eu usava como sala de aula e a porta do quarto era o quadro, lembro-me como se fosse hoje, passava horas e horas brincando de professora.
transição da zona rural para zona urbana
Aos 13 anos mudei para Jequié ,pra morar com meus tios com o propósito de estudar em uma escola melhor, pois infelizmente a educação na zona rural é precária, tive que enfrentar grandes desafios ,afinal, eram professores diferentes e linguagem totalmente diferente. A maioria do assuntos que eram passados em sala de aula eu nunca havia visto na minha vida, essas lacunas foram grandes dificuldades pra mim, afinal eu tinha que me adequar a uma nova realidade .
planejamento em conjunto

No
dia 19 de março fomos a escola Vilma Brito Sarmento participar do planejamento
em conjunto com os professores supervisores e coordenação. Esse momento foi
essencial para nossa formação, pois possibilitou refletirmos sobre o ato de
planejar é de fundamental importância na organização do nosso futuro
profissional, uma vez que é por meio do planejamento que nós, acadêmicos e
futuros profissionais da educação aprenderemos a organizar as aulas tendo como base a realidade da escola, de
forma didática e organizada. De acordo com Vasconcellos é preciso
planejar para que não haja perca de tempo e sistematizar as aulas deixando-as
simplificadas e organizadas facilitando a vida do professor e também não
prejudica o aluno, no processo de planejar deve-se especificar: assunto,
objeto, conteúdo. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência –
PIBID tem propiciado novas experiências, garantindo assim uma visão clara
acerca das práticas docentes e nos preparado para os desafios, permitindo uma
maior articulação teoria e prática. De acordo com Imbérnon (2010) há uma certa
limitação no poder do educador que trabalha isoladamente , o mesmo
sugere a formação continuada para desatar o individualismo e dar
inicio a uma formação colaborativa. Nesse sentido, essa experiência foi
extremamente importante para nossa formação, pois nos possibilitou planejar em
conjunto e de forma articulada, permitindo repensarmos na importância de uma
formação colaborativa .
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Professoras supervisoras
Professora coordenadora
Quem sou eu
Camila Caires." Intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta." Futura pedagoga, aqui irão encontrar minha trajetoria e experiências rumo a uma formação de excelência.
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