sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Reflexão sobre última intervenção na escola
Nessa ultima intervenção de
2016 decidimos trabalhar com o tema brinquedos e brincadeiras antigas .Sabemos
que atualmente a tecnologia tem tomado espaço, então decidimos trabalhar esse tema
com objetivo de incentivar a prática de valores morais por intermédio do
resgate cultural de brinquedos e brincadeiras. No primeiro dia fizemos a dinâmica
“Quem sou eu”, nesse momento sentimos uma certa dificuldade de controlar a
sala, os alunos estavam muito agitados, apesar de todos participarem. Logo
após, começamos a explicar contar um a história de alguns brinquedos e
brincadeiras, por diversas vezes tivemos que chamar atenção. Pude então
refletir como é difícil assumir uma sala de aula, não é tarefa fácil, pois
requer de nós paciência, compreensão , cuidado e acima de tudo amor pelo que
fazemos.
No segundo dia fomos para quadra da escola, foi o momento das
brincadeiras. A sala do 4° ano e do 5° disputaram o baleado e foi muito
divertido, acredito que eles gostaram, foi complicado controlar a sala, mas no
fim deu tudo certo.
domingo, 28 de agosto de 2016
I intervenção de 2016
Após
todas discussões em relação a permanência ou não do PIBID, só pudemos ir para escola
agora em meados do mês de agosto. De inicio a coordenadora fez algumas mudanças
e nessas mudanças alguns dos bolsistas que trabalhavam com 4° ano migraram para
5° e vice versa. Dentre os bolsistas selecionados eu fui dessas ,após trabalhar
2 anos numa turma de 4° de ano fui para
uma turma de 5° ano. Eu acredito que não estava com muito medo porque eu já
tinha trabalhado no ano passado com essa turma, mas ao mesmo tempo eu sabia que
era uma nova realidade e estava um pouco ansiosa. No dia 15 e 16 de agosto
fomos a escola Vilma brito sarmento para aplicar a nossa primeira intervenção
do ano de 2016. Decidimos trabalhar com a fábula “O coelho e o sapo “, o gênero
fábula facilitou de forma significativa o nosso trabalho, por conta da
estrutura. De inicio realizamos uma apresentação, logo após lemos a fábula e
fazemos os levantamentos sobre o assunto e em seguida apresentamos a estrutura
de um texto, percebemos uma grande participação dos alunos, acredito que foi
uma aula produtiva, pois houve interação e discussão. Na atividade escrita os
alunos responderam todas as questões e
de forma coerente. Na oficina optamos por construir um porta lápis com garrafa
pet, como era 23 alunos, durante intervalo eu e minhas colegas decidimos adiantar
alguns materiais, após o intervalo os alunos só confeccionaram, acredito que
esse momento foi prazeroso, apesar de
alguns alunos estiverem dispersos. Em relação a reescrita do texto, pude
perceber que apesar de apresentarem
algumas dificuldades referente a estrutura eles já tinham uma noção em relação
a mesma, até porque a professora já vinha trabalhando essa questão.
A aplicação dessa
primeira intervenção foi um momento muito rico, pude perceber que a maioria dos alunos estavam dispostos em fazer as
atividades.Eu estava um ansiosa por ser a minha primeira vivência na sala do 5°
ano, mas no final deu tudo certo.
terça-feira, 15 de março de 2016
Minhas experiências no PIBID:
Em março de 2014 classificada como bolsista do
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência - PIBID, na linha de
ação Anos Iniciais do Ensino Fundamental da Universidade Estadual do Sudoeste
da Bahia, no município de Jequié. Esse projeto revela-se de grande importância
para a formação dos acadêmicos de licenciatura, inserindo os licenciandos no
cotidiano de escolas da rede pública de educação, proporcionando-lhes
oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas,
tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar.
Ao longo das minhas vivências no PIBID diversos
saberes foram construídos, tais como :gestão de classe, a pesquisa na formação
docente, importância da relação teoria e prática, a importância dos dilemas na
formação inicial para construção de saberes, a
formação colaborativa, a tecnologia na formação etc. Escolhi
a imagem de um baú para representar a minha trajetória no PIBID, dentro desse baú estão todos esses saberes já
citados, estes saberes serão utilizados de acordo com a necessidade durante
minha carreira docente.
Vale ressaltar a importância deste programa, que tem
contribuindo de forma significativa na minha formação, garantindo assim uma
visão clara sobre as práticas docentes , preparando nós bolsistas enquanto
futuros educadores da educação básica
para os desafios da sala de aula,
permitindo a aproximação da teoria e pratica, realizando assim um
processo de formação de acordo com as dificuldades da escola e de forma
colaborativa. Nesse
sentido, ao abordarem sobre essa relação
teoria e prática Barreiro e Gebran
(2006) tratam como “um processo definidor da qualidade da formação inicial e
continuada do professor, como sujeito autônomo, na construção de sua
profissionalização docente”.
. Nesse lógica, pude perceber o quanto é importante
uma formação colaborativa. Segundo Canan (2012) a interação entre estudantes de
licenciaturas, coordenadores e supervisores cria uma dinâmica de formação mútua
e um crescimento contínuo, fazendo com que haja uma retroalimentação entre
teoria e prática por meio do diálogo entre a escola e a universidade. Desse
modo, o PIBID é um programa que efetivamente contribui para a construção da
nossa professoralidade, pois faz com que os bolsistas estejam sempre em contato
com a escola.
Nesse sentido, gostaria de destacar umas da ações
extremamente importante para reflexão das minhas vivências na escola que foi a
criação de um blog e nesse espaço relatamos nossas experiências e
dilemas durante o ano. De acordo com Zabalza(2003)
os diários são um instrumento magnífico para identificar quais questões são
dilemas para cada professor e como ele vai enfrentá-los. Lendo os diários,
vê-se, algumas vezes com clareza e outras vezes nas entrelinhas, quais são os
dilemas que mais preocupam esse professor ou essa professora, qual o tipo de
situações da dinâmica de sua aula que se transformam em momentos dilemáticos e
como raciocina (e vive) a resolução desses momentos. Então a criação desse blog
foi de fundamental importância tanto para nossa escrita quanto para
identificarmos nossos desafios e como melhorar esses desafios a cada ida na
escola. São essas vivências que estão marcando o inicio da nossa carreira como
docente, vivemos experiências que nos ajudarão na construção do nosso perfil
profissional.
Nessa perspectiva , ao longo da minha trajetória no
PIBID ,destaco como um dos principais desafios a gestão da classe. Sendo que, ao
pensarmos na gestão de uma classe no inicio da docência podemos considerar como
um dilema comum, afinal o educador não aprende a gerir uma sala de aula
distante da pratica, esse saber se dar
ao longo de sua carreira docente.
Diante disso , ao longo de todas essas experiências
pude perceber alguns dos desafios da
sala de aula, tais desafios aparecem de
forma imprevisível, por outro lado são esses dilemas que nos fazem crescer
tanto pessoal quanto profissional . Portanto, podemos destacar a importância do
PIBID em nossa formação, pois está contribuindo para o aperfeiçoamento de
nossos conhecimentos e tornando-nos protagonistas no processo de elaboração das
atividades aplicadas nesse projeto e nos permitindo compreender a prática
docente na sua totalidade, a proposta do PIBID também está colaborando na nossa
trajetória acadêmica de forma significativa por nos aproximar dos problemas
cotidianos da escola de educação básica.
REVISTA PÁTIO, Os
dilemas práticos dos professores. Nº 27 Ago/Out 2003
GAUTHIER, Clermont. Por uma teoria da
pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. 2ª Ed. Ijuí: Ed.
Unijuí, 2006. – 457 p. (p. 17 – 81).
CANAN, Silvia Regina. PIBID:
promoção e valorização da formação docente no âmbito da Política Nacional de
Formação de Professores. Form. Doc., Belo Horizonte, v. 04, n. 06, p.
24-43, jan./jul. 2012. Disponível em http://formacaodocente.autenticaeditora.com.br.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Reflexão sobre VI intervenção na escola

Bom,
essa foi nossa VI intervenção, onde demos continuidade aos planejamentos
voltados a reescrita de texto. Dessa vez, decidimos trabalhar com a fábula “O Leão
e o Cão “, o gênero fábula facilita de forma significativa o nosso trabalho,
por conta da estrutura. Na atividade escrita os alunos responderam todas as questões , ao corrigirmos notamos que
a cada intervenção eles estão avançando. Esse fato nos deixa feliz, perceber
que de alguma forma estamos contribuindo para o crescimento dos alunos e os
mesmos para nossa formação.
Em relação a reescrita do texto, pudemos
perceber que aos poucos eles vão aprendendo a estrutura de
um texto. Nessa intervenção teve uma situação que me fez refletir, foi o
momento em que uma aluna não queria fazer a atividade , nesse momento me veio vários
questionamentos : ( Qual postura tomar diante dessa situação? O que fazer quando
o aluno apresentar resistência em fazer atividade?). Bem, certamente essas
dúvidas e angústias fazem parte da iniciação a docência.
Diante disso , ao longo de
todas essas experiências pude perceber alguns dos desafios da sala de aula, tais desafios aparecem de forma imprevisível,
por outro lado são esses dilemas que nos fazem crescer tanto pessoal quanto
profissional .
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Reflexão sobre a observação da gestão de classe
No
dia 8 e 9 de setembro fomos a escola vilma brito sarmento para observamos a
gestão de classe da professora supervisora Maria Lúcia. Foi um momento
diferenciado, pois até então não tínhamos ido para observar este ano. De
inicio percebemos que a professora tem uma sequência de rotina na sala e essa sequência
é de fundamental importância para organização de aula. Sobre essa sequência
Gauthier ressalta que (1998) O planejamento da gestão da classe deve incluir
rotinas capazes de prever deslocamentos fluídos no espaço e transições rápidas
entre as atividades, permitindo assim empregar muito mais tempo nas atividades
escolares. Nessa observação o que pudemos perceber foi a forma da professora organizar o tempo para cada atividade,
no qual facilitou o seu trabalho.
Ao
longo da aula, não só dessa ,mas de outras aulas pudemos observar que a
professora sempre fala da importância da escola, dos alunos estudarem, ela
sempre elogia mas quando é necessário corrigir ela corrige. Todo esse
tempo na sala da professora Lúcia
percebo a postura da mesma ao corrigir seus alunos, ela fala de uma forma que
não tem como ninguém refletir algo. Em relação a isso Gauthier destaca que
(1998) O desempenho dos alunos e seus
comportamentos são influenciados pelas mensagens que recebem a respeito daquilo
que se espera deles. As expectativas formuladas explicitamente em relação a
cada aluno são susceptíveis de ter um grande impacto sobre o seu desempenho
escolar.
Essa
observação foi extremamente importante para refletirmos sobre a gestão de
classe bem como seus desafios. Na minha opinião a gestão de classe é uma
desafio na iniciação a docência, pois só
vamos ter um certo controle sobre uma classe, no dia a dia em sala, com a
experiência , a partir do momento em que eu convivo com meus alunos e vai
depender muito da relação professor-aluno . É importante considerar a
relação professor-aluno um fator
fundamental no processo de aprendizagem bem como na gestão de uma classe.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
V intervenção
Após aplicarmos a segunda atividade diagnóstica, notamos a necessidade de ampliarmos nossa intervenção . Primeiramente eu e meus colegas discutimos sobre qual gênero utilizar nessa intervenção, afinal tínhamos que pensar em gênero que tivesse uma estrutura narrativa para que pudéssemos trabalhar.Vale ressaltar que a questão estrutura de texto foi umas das maiores dificuldades percebidas na analise da atividade diagnóstica.Então, decidimos trabalhar com a lenda "O curupira" que trata sobre a preservação do meio ambiente e o cuidado que devemos com os animais .
No dia 26 de agosto demos inicio a nosso V intervenção.A colega Maria da Paz deu inicio a aula, fazendo questionamentos sobre lenda,logo após trouxe uma abordagem sobre o tema , em seguida entregamos o texto impresso para os alunos,onde os mesmos fizeram uma leitura individual e depois fizemos uma leitura coletiva, abrindo assim uma discussão e reflexão sobre a preservação do meio ambiente e o cuidado com os animais. O que facilitou nosso trabalho muito foi o fato da professora supervisora já estar trabalhando lenda com eles, então ao longo da aula percebemos a interação dos mesmos . No momento da atividade foi tranquilo, não houve nenhuma resistência dos alunos para fazer atividade. Ao corrigir percebemos que como nas outras intervenções eles iniciam as frases com letras minúsculas e colocam letras maiúsculas no meio da palavra. No momento da reescrita de texto pudemos perceber que eles sentem muitas dificuldades.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
II ATIVIDADE DIAGNÓSTICA
![]() |
| MOMENTO DA LEITURA |
No
dia 25 de março aplicamos o primeiro diagnóstico para identificarmos os níveis de
leitura e escrita dos alunos. Logo após, analisamos esse diagnóstico, onde
percebemos um alto índice de alunos com dificuldade de leitura e escrita. A partir disso demos
inicio a elaboração e aplicação das intervenções, objetivando diminuir esse
índice. Após todo esse processo a coordenadora propôs nesse final de semestre que
fizéssemos um outro diagnóstico e com isso
sabermos se houve um avanço. Elaboramos uma outra atividade diagnóstica , o fato de já ter elaborado
outras atividades diagnósticas facilitou
muito. Um outro momento foi o da aplicação
dessa atividade. De inicio tomamos a leitura dos alunos, alguns dos alunos
estavam nervosos outros ansiosos ,outros com vergonha mas no final deu tudo
certo. No momento da atividade escrita foi tranquilo, um ou outro perguntavam
alguma coisa, já na produção textual foi onde percebemos que eles tiveram mais
dificuldade , a questão da estrutura do texto, letra maiúscula no meio da palavra. Vale ressaltar a importância dessas
percepções para avançarmos nossas intervenções e também a nossa formação.
![]() |
| MOMENTO DA ANÁLISE DOS DADOS |

A
coordenadora sugeriu que levássemos um artigo ou livro para fundamentar a
análise desse dados, esse fato nos chama atenção para importância da pesquisa na
formação docente. De acordo com Demo (1995, p.54), pesquisar
significa “querer saber, buscar avançar no conhecimento resultados sem cair na
armadilha de oferecer resultados que já não permitam mais ser duvidados,
questionados ou precisamente pesquisados. Compreendo que a pesquisa é um instrumento de fundamental importância na
formação docente, o professor que não pesquisa continua sempre com as práticas,
com os mesmos olhares, então é importante aprimorar nossos conhecimentos. No dia 29 de julho nos reunimos para
analisarmos os dados e notamos um avanço por parte de alguns alunos e outros
continuam no mesmo nível. A partir dos resultados vamos buscar estratégias para
melhorar e com isso aprendendo a ser professora no dia a dia.
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Professoras supervisoras
Professora coordenadora
Quem sou eu
Camila Caires." Intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta." Futura pedagoga, aqui irão encontrar minha trajetoria e experiências rumo a uma formação de excelência.
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