quarta-feira, 13 de maio de 2015
II atividade de intervenção

Nos dias 5, 6 e 7 de maio fomos a escola Vilma Brito
Sarmento para aplicarmos a segunda intervenção. Ao iniciarmos a aula percebemos
uma participação maior dos alunos na aula, no entanto alguns estavam um pouco
agitados, mas com ajuda da professora supervisora Lúcia conseguimos reverter a situação. Esse momento
me refletir e me trouxe alguns questionamentos, tais como : ( E se a professora
não estivesse ali no momento? Se fosse eu sozinha ? como me posicionar diante
de alguns alunos agitados?). Bem, essas reflexões
me fazem crescer e repensar o meu papel quanto futura pedagoga. No momento das atividades notamos um pouco de dependência
dos alunos, muitos alunos nos chamavam ao mesmo tempo, esse fato nos
possibilitou refletir as dificuldades encontradas pelos educadores da educação básica
no país , isso de fato é gritante, uma sala superlotada com 30 alunos e apenas
um professor pra dar conta. A maioria dos professores recebem tantas criticas
por parte de alguns pessoas, mas não sabem a realidade, não sabem o que uma
sala com 30 alunos com diferentes níveis de leitura e escrita e apenas um
professor. Enquanto estamos ajudando um aluno, tem vários outros alunos
necessitando também de ajuda.
Um dos dilemas que tive em sala de aula foi à dificuldade de aprendizagem dos alunos o que
interferiu no desenvolvimento das atividades planejadas. Não fui pega de
surpresa, pois já havía percebido a dificuldade das crianças no período do diagnóstico.
Desenvolvemos as atividades para o período essa intervenção com base nas informações do diagnóstico realizado
na turma, porém esse planejamento não impediu que os alunos encontrassem
dificuldade na realização e em aprender das atividades.
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Professoras supervisoras
Professora coordenadora
Quem sou eu
Camila Caires." Intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta." Futura pedagoga, aqui irão encontrar minha trajetoria e experiências rumo a uma formação de excelência.
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Camila,
ResponderExcluirpara nós professores, não é novidade que as nossas salas estão cada vez mais superlotadas e que os níveis de aprendizagens cada vez mais se diferem. O contato com essa realidade, te assusta ou te desafia como futura educadora? Por que?
Olá
ExcluirAo dessa caminhada o contato com a realidade tem me desafiado e me fazendo a refletir.
Oi Camila!
ResponderExcluirA gestão da classe é um dos maiores desafios na formação inicial. Atender a todos os alunos requer muitas habilidades. Que bom que vocês tem a professora supervisora e os colegas nessa mediação.
Olá, Milla!
ResponderExcluirRealmente é muito difícil para um professor lecionar uma aula em uma classe super lotada com níveis diversificados, e para nós que estamos começando agora é ainda mais difícil, mas com certeza com a ajuda do Pibid iremos superar a cada dia mais os desafios que encontramos na escola. No nosso ultimo encontro debatemos muito sobre as estrategias para superarmos os desafios, Agora, você se sente mais segura para intervir na sala de aula?
Camila! Seus dilemas são naturais na Formação Inicial Você sabe que não existe receitas. Coloca para a gente como você vem criando estratégias para lidar com a gestão da classe?
ResponderExcluirRealmente Camila a prática docente não é fácil especialmente para nois que estamos ainda galgando degrau por degrau , mais também sei que é através dos dilemas é que podemos adquirir a prática . Lógico que com a professora do lado tudo fica mais fácil pois ela conhece a dinâmica de cada estudante , mais não podemos contar com ela sempre e quando estivermos regendo uma sala de aula ? Não encontrar um professor mais experiente para fazer o nosso trabalho então só podemos contar com agente mesmo. Eu acho que desde é preciso que saibamos que mesmo não possuindo anos de prática nós podemos conquistar o controle da sala de forma que os alunos consiga nos vê como professores e portanto precisamos de respeito. Eu não tive problemas com a sala de Lúcia, já tinha experiência com os alunos do segundo ano então quando cheguei na sala que me deparei com alunos maiores os meus questionamentos também foram iguais aos seus , mais respirei encontrei meu ponto de equilíbrio e prosseguir com minhas atividades, lógico que também temi será que os alunos vão me respeitar? será que vão aderir bem nossa proposta de atividade? Mas foi que entendir que quem faz os alunos respeitar e fazer as atividades são nois mesmo dentro de uma postura firme mais não rígida respeitando as particularidades de cada um e com isso conseguimos alcançar resultados que nos fizeram muito contentes lógico que existe exceções teve alunos que ficaram com preguiça sem querer fazer mais com jeito conseguimos que todos interagisse uns com os outros.
ResponderExcluirOlá Camila,
ResponderExcluirAchei as suas observações bastante pertinentes, refletem as percepções iniciais de um profissional da educação ávido pelo conhecimento e domínio da gestão da sala de aula. O que você chama de dificuldade é o percurso natural, que todo professor passa no início da carreira.
A partir de suas reflexões e questionamentos dos colegas como você vem resolvendo esses dilemas cotidianos? Que estratégias você vem criando para dar conta dessa realidade?